
25.11.08
Biblioteca de Babel
"A Biblioteca de Babel é um conto de Jorge Luis Borges, inserido no livro Ficciones (Ficções), de 1944. Este conto, essencialmente metafísico, fala de uma realidade em que o mundo é constituido por uma biblioteca infindável, abrigando uma infinidade de livros. O narrador, um dos muitos bibliotecários, supõe que os volumes da biblioteca contêm todas as possibilidades da realidade. Alguns não fazem o menor sentido, ou o fazem numa língua há muito desconhecida. Outros são meras repetições de uma mesma palavra. Busca-se incessantemente alguém que saiba decifrar as mensagens contidas nos misteriosos volumes, que seria o correspondente a um Deus".
24.11.08
23.11.08
22.11.08
Hipermodernidade [1987]
No filme, Carmen Maura faz um homem que passou por uma operação transexual e, devido a um romance infeliz com o pai dele/dela, desistiu dos homens para ter um relacionamento lésbico com uma mulher, feita por um famoso travesti de Madri.
(Resenha de um filme no Village Voice, Paul Berman, p. 572. In: HOBSBAWM, Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. Tradução de Marcos Santarrita. São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 314).
21.11.08
Bottles...
20.11.08
William Shakespeare
Atiramos o passado ao abismo, mas não nos inclinamos para ver se está bem morto.
19.11.08
Sobre o passado
A perda do passado, coletivo ou individual, é a grande tragédia humana. O nosso passado, nós o despedaçamos como um menino dilacera uma rosa.
Simone Weil. A primeira raiz. 1949.
18.11.08
17.11.08
16.11.08
Pablo Neruda Dois
Do Livro das Perguntas:
LX
E que importância tenho eu
no tribunal do esquecimento?
Qual é a representação
do resultado futuro?
É a semente cereal
com sua multidão amarela?
Ou é o coração ossudo
o delegado do pêssego?
LX
E que importância tenho eu
no tribunal do esquecimento?
Qual é a representação
do resultado futuro?
É a semente cereal
com sua multidão amarela?
Ou é o coração ossudo
o delegado do pêssego?
15.11.08
Kurt Gödel
Todo erro se deve a fatores extrínsecos, como a emoção e a educação.
A verdadeira razão não erra.
29 de novembro de 1972.
14.11.08
Pablo Neruda Um
Do Livro das Perguntas:
XXXIX
Não sentes também o perigo
na gargalhada do mar?
Não vês na seda sangrenta
da papoula uma ameaça?
Não vês que a macieira floresce
para morrer na maçã?
Não choras rodeado de riso
com as garrafas do olvido?
XXXIX
Não sentes também o perigo
na gargalhada do mar?
Não vês na seda sangrenta
da papoula uma ameaça?
Não vês que a macieira floresce
para morrer na maçã?
Não choras rodeado de riso
com as garrafas do olvido?
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